Mostrando postagens com marcador Meia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de junho de 2013

CRAQUES DO PASSADO - JORGE HENRIQUE

Chegou ao fim a passagem vitoriosa do atacante Jorge Henrique pelo Corinthians. Após alguns contratempos ocorridos no mês de maio  quando foi desligado do time, o jogador acabou acertando sua transferência para o Internacional de Porto Alegre.


Jorge Henrique chegou ao Timão em 2009 vindo do Botafogo do Rio de Janeiro.  Sua estréia foi no dia 17 de janeiro num amistoso contra o time argentino do Estudiantes de La Plata. Nessa partida Jorge Henrique marcou seus primeiros 2 gols com a camisa alvinegra. 
Ainda no ano de 2009 conquista o Paulistão e a Copa do Brasil.
Jogador guerreiro e incansável dentro do campo, logo caiu no gosto da Fiel torcida.


Em 2011 conquista seu primeiro Brasileirão. A marca dessa conquista ficou por conta do "chute no vácuo" marca registrada do jogador palmeirense Valdívia, que Jorge Henrique protagonizou aos 43 minutos do segundo tempo da partida contra o Palmeiras, e que deu ao Timão o Título daquele ano. O lance resultou numa briga generalizada culminando com a expulsão de alguns jogadores.


Em 2012 participa das campanhas vitoriosas na Libertadores e no Mundial Interclubes FIFA.
Em 2013 conquista seu último título com a camisa corinthiana ao faturar o  Paulistão pela segunda vez.
No total Jorge Henrique vestiu 216 vezes o manto alvinegro, e marcou 30 gols.


Boa Sorte Guerreiro!

terça-feira, 5 de junho de 2012

CRAQUES DO PASSADO - RIVALDO

O pernambucano Rivaldo Vito Borba Ferreira começou sua carreira futebolística no Santa Cruz em 1991. Destaque do time pernambucano na Copa São Paulo de Juniores de 1992, acabou chamando a atenção dos dirigentes do Mogi Mirim, que juntamente com seus colegas de time Leto e Válber acabou sendo contratado pela equipe paulista.
Atuando pelo Mogi Mirim conquista o Campeonato Paulista da Série A2. As grandes exibições da equipe  renderam ao time o apelido de "Carrossel Caipira" uma singela comparação com a Seleção Holandesa de 1974.
Em 1993 chega por empréstimo ao Timão junto com outros jogadores do Mogi Mirim (Válber, Leto e Admílson) para disputar o Torneio Rio-São Paulo.
Sua estréia foi em 11 de julho contra o Vasco da Gama no Pacaembu. Nesse jogo que acabou em 4 x 3 para o Timão, Rivaldo passou em branco, mas seus colegas de Mogi Mirim Válber, e Leto  foram os destaques da partida marcando respectivamente 3 e 1 gol cada.
Seu primeiro gol só aconteceu na terceira partida, no empate em 2 gols com o Botafogo (RJ).
Em 1994 teve o empréstimo prolongado para poder disputar o Campeonato Paulista. Nesse mesmo ano é convocado pela primeira vez para servir a Seleção Brasileira
Fez sua última partida com a camisa corinthiana em 31 de julho na vitória de 2 x 0 sobre o São Paulo em jogo válido pela Copa Bandeirantes. Nessa partida Rivaldo assinalou seu 22º gol  em 61 jogos disputados.
Ao final do empréstimo, a Diretoria corinthiana, que não havia pré-estabelecido com a Diretoria do Mogi Mirim um valor pela compra do jogador, viu-se diante de um pedido de 3 milhões de dólares pelo passe do jogador. Como o Corinthians não tinha esse alto valor disponível, Rivaldo acabou sendo negociado com o rival Palmeiras, que na ocasião nadava em dinheiro graças a sua nova parceira italiana Parmalat.
O resto da história e trajetória vitoriosa de Rivaldo todos nós sabemos, e deixou para outros contarem.


quinta-feira, 19 de abril de 2012

CRAQUES DO PASSADO - JOANE

O meia-esquerda Joane chegou ao Timão em 1939 vindo do Juventus da Moóca. Sua estréia foi num amistoso internacional em 29 de janeiro contra o Huracán da Argentina no Parque São Jorge. Logo em  seu 1º ano de clube já conquista o Paulistão. 
Em 1941 repete o feito e ganha mais um Campeonato Paulista.
Em 1942 após conquistar a Taça Cidade de São Paulo em 15 de julho , despede-se do clube e vai para o Palmeiras.
Ao todo foram 110 jogos e 31 gols marcados com o manto alvinegro.



quarta-feira, 18 de abril de 2012

CRAQUES DO PASSADO - JOAQUINZINHO

O gaúcho Joaquim Gilberto da Silva começou sua carreira nas divisões de base do Brasil de Pelotas (RS) aos 16 anos. Aos 20 anos já era titular do time principal. 3 anos após, já em 1957, transfere-se para o Internacional de Porto Alegre, mas encontra um time em crise, onde permanece até o início do segundo semestre de 1959.
Em 19 de setembro de 1959, Joaquinzinho estréia com a camisa alvinegra. Em sua primeira partida já mostra serviço ao marcar 2 vezes no amistoso contra a Portuguesa de Desportos em jogo amistoso vencido pelo Timão pelo placar elástico de 4 x 1. 
Infelizmente, o Corinthians da época  vivia um jejum de títulos, com mudanças constantes de técnicos e jogadores , além é claro da cobrança de seus fanáticos torcedores. Mesmo tendo apresentado
um bom futebol, e marcado 48 gols  em 108 jogos, não foram motivos suficientes para Joaquinzinho sobreviver ao fatídico ano de 1961, cujo time ficou conhecido como o "faz me rir" , apelido dado pelos torcedores rivais. 
Transfere-se então no final do ano para o Juventus da Moóca, onde volta a apresentar um grande futebol, despertando logo  o interesse do Fluminense (RJ), que sem perder tempo o leva para as Laranjeiras em 1962. No tricolor carioca, Joaquinzinho conquista o Torneio Rio-São Paulo de 1963 e o Campeonato Carioca de 1964. Permanece no Fluminense até 1966. 
Em 1967 volta para o estado de São Paulo, onde defende os times da Ponte Preta de Campinas e posteriormente o XV de Piracicaba.
Em 1969 retorna para sua cidade natal, Pelotas, onde encerra sua carreira defendendo o Esporte Clube Pelotas, grande rival de seu clube de origem, o Brasil de Pelotas.
Diz a lenda que Joaquinzinho quase foi trocado por Pelé em 1957. O fato se deu da seguinte maneira: 

Quando o Santos excursionou pelo interior gaúcho, o garoto Pelé, então com 16 anos, e que aos poucos ia se firmando na equipe titular do Peixe, foi sondado, sem saber, por dirigentes do Brasil de Pelotas, os quais ficaram impressionados com o talento mostrado pelo jovem de canelas finas e corpo franzino, na partida disputada no dia 22 de março de 1957, no empate do Santos diante da equipe Xavante. Essa sondagem deu-se no saguão do Grande Hotel de Pelotas, quando o presidente do Brasil, Carlos Russomano, ouviu do técnico Lula o pedido de liberação do atacante Joaquinzinho, o grande destaque daquele time. O presidente Russomano respondeu que só liberaria o atleta caso o Santos pagasse CR$ 400 mil e cedesse também aquele "negrinho rápido" que Lula havia colocado em campo no segundo tempo. Lula então disse que não haveria negócio, pois aquele menino era uma jóia a ser lapidada, e que o clube santista não tinha interesse em se desfazer do jovem craque, pondo fim à conversa.

(No Brasil de Pelotas)

(No Timão em 1960)

(No Juventus ao lado de Luizinho em 1962)

(No Fluminense em 1963)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

GRANDES ÍDOLOS - CÉSAR NUNES

César Nunes foi um dos 13 rapazes presentes na reunião que culminou na fundação do Corinthians em 1910. César tinha a profissão  de pintor de casas. 
Participou da primeira partida do clube em 10 de setembro de 1910. No início atuou mais como meia-direita, mas a partir de 1913 passa a atuar na linha média, onde ganhou o apelido de "Paredão".
Em 1911 levou o irmão Neco, futuro 1º Ídolo corinthiano para jogar nos quadros mais jovens do Time.
Ao todo, César dedicou  quase 10 anos de sua vida ao Timão como jogador, encerrando sua participação com o manto alvinegro em 13 de junho de 1920 após 132 partidas e 7 gols, além dos títulos Paulista de 1914 e 1916.
Faleceu em 20 de janeiro de 1961 em São Paulo.


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

GRANDES ÍDOLOS - LANCE

O paulista Ernesto Luís LANCE chegou ao Timão em 1971, vindo da Ferroviária de Araraquara.
Sua estréia foi na derrota por 2 x 1 contra o Grêmio Catanduvense(SP) em amistoso realizado no dia 12 de dezembro de 1971.
Seu gol mais lembrado, foi na final do Torneio Laudo Natel em 1973, quando marcou o gol do Título na vitória por 2 x 1 diante o Palmeiras.
Em 1975 contra o Fluminense no Maracanã, Lance seria expulso injustamente, acusado de ter agredido o bandeirinha , e condenado a 10 meses longe dos gramados.
Em 1977 conquistaria o Título Paulista após 22 anos de fila.
Após 207 jogos e 38 gols, despede-se do Timão, e vai para o Coritiba (PR).
Lance encerrou sua carreira em 1981 no Santo André (SP), e hoje atua como empresário no ramo de Jóias na cidade do ABC.

(Lance disputando a bola com o zagueiro palmeirense Luis Pereira, e sob os olhares de Alfredo Mostarda e Vaguinho na final do Torneio Laudo Natel em 1973)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

GRANDES ÍDOLOS - ADÃO AMBRÓSIO "ADÃOZINHO"

Mineiro de Mariana, Adão Ambrósio, o Adãozinho, começou sua carreira profissional no Timão em 1971. Já em seu primeiro ano no time principal, marcou um gol antológico no goleiro palmeirense Leão a uma distância de 40 metros, na vitória de virada por 4 x 3 sobre o rival palestrino. Apesar de ser uma jovem promessa, o meia-esquerda habilidoso não conseguiu se firmar no time devido as seguidas contusões que o acompanharam durante a carreira.
Adãozinho ficou no clube a tempo de conquistar o Título Paulista de 1977, tendo inclusive participado do lance em que resultou no gol de Palhinha na 1ª partida das Finais.
Sua última partida pelo Timão foi em 24/06/78 na derrota de 3 x 0 para o Sport (PE) em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro.
Adãozinho defendeu ainda o Coritiba(PR) em 1980/81, o Rio Negro(AM) em 1982, e encerrou sua carreira em 1983 defendendo a Portuguesa Santista (SP)
Em 2010 foi submetido a um transplante renal devido a complicações causadas pelo diabetes.
Ultimamente trabalhava em um projeto para crianças carentes na Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo.
Adãozinho disputou 252 partidas, e marcou 17 gols com a camisa corinthiana.
Infelizmente, no dia 12 de junho de 2011, Adãozinho falece, deixando de luto a nação corinthiana.


(Sendo entrevistado)



(No Maracanã, enfrentando Rivellino)

(Recentemente, ao lado de Zé Maria e Amaral)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

GRANDES ÍDOLOS - EDUARDO AMORIM

O mineiro Eduardo Fernandes Amorim chegou ao Timão aos 31 anos de idade em 1981 vindo do Cruzeiro (MG) time que defendeu por 12 temporadas, e foi campeão da Libertadores de 1976.
 Sua estréia foi no empate em 2 x 2 contra o Santos em 27 de setembro de 1981 em jogo válido pelo Campeonato Paulista.
Participou das campanhas vitoriosas da democracia coritnhiana em 1982 e 1983, onde conquistou o bicampeonato paulista. Ponta-direita de origem, e autor do famoso "drible da vaca" Eduardo,  com o avanço da idade, passou a atuar mais como um meia-direita.
Foram 341 jogos e 10 gols marcados com a camisa corinthiana em 7 anos.
Em 1988 transferiu-se para o Santo André (SP) onde acabou encerrando sua carreira de jogador.
Em 1995 voltou ao Timão como treinador, e faturou nesse ano os títulos de Campeão Paulista e da Copa do Brasil.
Em 1996, após o insucesso na Libertadores, Eduardo deixa o clube após 110 jogos à frente da equipe.

(Nos tempos de Cruzeiro)

(Entre Casagrande e Biro-Biro em 1983)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

GRANDES ÍDOLOS - LOPES

Indicado ao Timão por um Padre corinthiano de sua cidade natal, Batatais, José dos Santos Lopes, o Zeca Lopes, ou simplesmente Lopes, estreou no clube em 1932, após conseguir driblar os diretores do São Paulo, que teimavam em desvia-lo para seu time.
Dono de um futebol veloz, logo se destacou sendo convocado para a Seleção Brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1938. Foi portanto ao lado de seu companheiro de clube, o centromédio Brandão, os primeiros corinthianos a disputar uma Copa do Mundo.
No Timão, conquistou 4 títulos Paulistas, 1937/38/39 e 1941.
Foram 9 temporadas defendendo as cores do Corinthians.
Faleceu aos 85 anos em Batatais (SP).


(Tricampeão Paulista em 1939)

(Em ação)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

CRAQUES DO PASSADO - LUCIANO "COALHADA"

Apelidado de "Coalhada" devido ao seu visual semelhante ao do personagem vivido por Chico Anysio na TV, Luciano José Veloso era o jogador que teve a difícil missão de suprir a ausência o titular Palhinha na partida decisiva do Paulistão de 1977 contra a Ponte preta de Campinas.
Vindo do Santa Cruz do Recife, Luciano estreou com a camisa do Timão num amistoso contra o Grêmio Maringá em janeiro de 1977. Ao lado de Ruço e Basílio, formou o meio-de-campo Campeão Paulista daquele ano.
Na metade 1978, com as contratações de Sócrates, e posteriormente de Biro-Biro, Luciano acabou perdendo espaço no time, tendo sido primeiramente emprestado ao Juventus, e posteriormente negociado em definitivo.
Foram 70 jogos e 9 gols marcados com a camisa corinthiana.

(Posando para a foto do Título de 77, entre Geraldão e Romeu)


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

CRAQUES DO PASSADO - SOUZA

José Ivanildo de Souza, ou simplesmente Souza, chegou ao Timão em 1994 vindo do Rio Branco de Americana. Meia-esquerda altamente técnico, formou uma bela ala ao lado de Marcelinho Carioca no vice campeonato Brasileiro de 1994, e nas conquistas dos títulos da Copa do Brasil, e do Paulistão de 1995. Nesse mesmo ano acabou sendo convocado pela 1ª vez para a Seleção Brasileira, onde chegou a disputar 11 partidas com a amarelinha.
Conquistou ainda o título Paulista de 1997 e o vice-campeonato Paulista de 1998 com a camisa corinthiana.
Ao todo foram 205 jogos e 30 gols marcados.
Em 1998 transferiu-se para o São Paulo
Encerrou sua carreira recentemente no America (RN).


(Entre Marques e Viola em 1994)
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

GRANDES ÍDOLOS - ZENON

Catarinense de Tubarão, Bicampeão catarinense pelo Avai, e ídolo no Guarani de Campinas onde foi Campeão Brasileiro de 1978. Comprado junto ao Al-Helal da Arábia Saudita pelo então Presidente Vicente Matheus em 1981, Zenon de Souza Farias chegou ao Timão  como solução a uma crise que se instalava no Parque São Jorge devido aos maus resultados no Campeonato Brasileiro de 1981. Genial cobrador de faltas, e excelente lançador, Zenon era o típico camisa 10 à moda antiga. Formou ao lado de Biro-Biro e Sócrates o meio-campo bicampeão paulista de 1982/83. Sua estréia porém foi numa derrota para o Santa Cruz do Recife por 1 x 4, sendo ele o autor do solitário gol corinthiano. Fundamental na conquista do Bicampeonato Paulista de 1983, foi dele o passe de calcanhar para que Sócrates marcasse o gol que sacramentou a conquista do título contra o São Paulo.
Foram 306 jogos, e 59 gols com o manto alvinegro.
Zenon ainda participa de alguns jogos pelo time Masters do Corinthians.


(Campeão Paulista de 1982 ao lado de Solito, Sócrates, Ataliba, Casagrande, Biro-Biro, Mauro, Daniel Gonzales, Alfinete, Paulinho e Wladimir.)

(Em programa esportivo em 2008 ao 54 anos)

sábado, 18 de setembro de 2010

GRANDES ÍDOLOS - DINO SANI

O paulistano Dino Sani começou sua carreira no futebol em 1944 aos 12 anos nos infantis do Palmeiras. Cinco anos após já estreava entre os profissionais. Ladeado por craques da época como Waldemar Fiúme e Jair da Rosa Pinto, Dino Sani, ainda muito novo e talvez intimidado com a presença dos craques, não conseguiu mostrar de imediato todo seu potencial.
Emprestado ao XV de Jaú em 1950, conquistou seu primeiro campeonato, o de Campeão Paulista da série B.
Em 1952 foi emprestado ao Nacional (SP) onde permaneceu até 1953. Nessa época seu futebol clássico começou a ser notado, despertando interesse do São Paulo FC, que acabou comprando seu passe em 1954 junto ao Palmeiras.
No São Paulo, Dino Sani teve a difícil missão de substituir um dos maiores ídolos do clube, o volante Bauer.
No início, atuou como meia-direita, e depois como meia-esquerda, servindo os atacantes do time. Quando foi escalado como volante, Dino Sani encontrou sua verdadeira posição, vindo a se tornar um dos maiores de sua posição no mundo.
Em 1958 disputou a Copa do Mundo na Suécia, sagrando-se Campeão Mundial com a Seleção Brasileira.
Quando retornou da Copa para o São Paulo FC, recebeu inúmeras ofertas de transferência, indo então em 1959 para o Boca Juniors da Argentina.
Em 1961 foi jogar na Itália, mais precisamente no Milan, onde disputou 78 jogos, marcou 20 gols, e conquistou o Scudetto Italiano de 1961/1962 e a Copa dos Campeões da Europa de 1963.
No final de 1964 decidiu que estava na hora de retornar ao Brasil, influenciado principalmente pelo frio europeu que dificultava na reabilitação de suas seguidas contusões musculares.
Em 1965, aos 33 anos, e de volta ao seu País, Dino Sani resolve escolher o Timão como sua nova casa.
Sua estréia com a camisa alvinegra  no dia 13 de janeiro, coincidiu com a estréia de um garoto  chamado  Rivellino ,e que viria a ser um dos maiores ídolos da história corinthiana.
No Timão, Dino Sani não conseguiu nenhum título importante, mas jogou o suficiente, e bem, para entra na história do clube como um dos maiores volantes que já jogaram no Corinthians
 Segundo Dino Sani, ele foi contratado pelo Corinthians para ajudar no lançamento de um futuro craque que vinha do terrão,e  que embora talentoso, era também muito rebelde, seu nome Roberto Rivellino.
No jogo em que o Corinthians quebrou o tabu contra o Santos em 6 de março de 1968 ao vencer a partida por 2 x 0, Dino Sani estava presente no banco de suplentes, mas não entrou em campo nesse dia.
Em novembro de 1968, após 116 jogos e 32 gols, encerrou sua carreira vitoriosa como jogador.
Em 1969, a convite de Oswaldo Brandão, decide aceitar o cargo de treinador do próprio Corinthians, um desafio sabido , e assombrado por um jejum de 14 anos sem títulos
Substituindo Aymoré Moreira, Dino Sani não conseguiu quebrar o jejum , mas pode se gabar do feito de estar no comando da equipe que goleou por 4 x 1  o poderoso Santos de Pelé no Torneio Robertão de 1969, e que se não fosse a ajuda do  árbitro Aírton Vieira de Moraes que anulou 4 gols do Timão, a goleada poderia ter entrado para a história .
Dino Sani permaneceria na direção do time até 1970, quando após derrotas seguidas para Portuguesa e São Paulo no 2º turno do Paulistão daquele ano, acaba sendo destituído do cargo.
Em 1971 foi para o Internacional (RS), onde conquistou o Tricampeonato Gaúcho de 1971/72/73, e revelou craques como Paulo Roberto Falcão e Paulo César Carpegiani entre outros.
Em 1975 voltou ao Timão assumindo o cargo em substituição ao Técnico Sílvio Pirilo, mas infelizmente não conseguiu encerrar o jejum que já se encaminhava para seu 21º ano, ficando apenas na 4ª colocação no Paulistão daquele ano.
Esta seria sua última passagem pelo clube com técnico, que dirigiu em 121 oportunidades, conquistando 54 vitórias, 38 empates, e sofrendo 29 derrotas.
Como treinador ainda conquistou o bicampeonato uruguaio de 1978/1979 dirigindo o time do Peñarol.






(Em 1966 com Garrincha)



(Em 1965 disputando uma bola com Pelé e Eduardo, sob o olhar de Rivellino)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

GRANDES ÍDOLOS - ROMEU "CAMBALHOTA"

Apelidado de "cambalhota" pois comemorava seus gols dando cambalhotas, Romeu Evangelista chegou ao Timão em 1976, vindo do Atlético Mineiro. Foi graças ao seu gol contra o Botafogo de Ribeirão Preto em 25/09/1977 (1 x 0) que possibilitou ao Timão continuar sonhando em chegar à final do Campeonato Paulista de 1977 contra a Ponte Preta.
Um dos heróis da conquista do Paulistão de 1977, Romeu faturou ainda o Paulistão de 1979 com a camisa do clube.
Chegou a vestir a camisa da Seleção Brasileira em 9 oportunidades.
Encerrou sua carreira em 1983 jogando pelo Nacional da Capital (SP)



(Em seus tempos de Atlético Mineiro ao lado de Wanderley Paiva e Zé Pulula em 1974)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

GRANDES ÍDOLOS - BASÍLIO "Pé-de-Anjo"

João Roberto Basílio, ou simplesmente Basílio, ficará para sempre na história e nos corações da fiel, devido ao gol marcado contra a Ponte Preta em 1977 na final do Campeonato Paulista, que tirou o Timão da incomoda fila de quase 23 anos sem ganhar o Paulistão.
Após defender a Portuguesa por quase 10 anos, transfere-se em 1975 para o Corinthians com a dura missão de herdar a camisa 10 que fora de Rivellino. Apesar de dificilmente errar um passe a curta distância, Basilío não era um jogador que fazia jogadas geniais.
Em um jogo contra o América de Rio Preto, no Pacaembu, em 1975, chegou a sofrer uma parada respiratória em campo, após um choque com o goleiro do time adversário.
Em 1981, com a reformulação do elenco, despede-se do clube.
Encerrou sua carreira no Taubaté, e posteriormente tornou-se técnico, inclusive dirigindo o próprio Timão em 4 oportunidades distintas - 1985 como interino, 1987, 1989/1990 e 1992
Foram 253 jogos com a camisa Corinthiana, e 29 gols marcados, além dos 2 títulos Paulistas.



Para homenagear os 45 anos do título paulista de 1977, o Corinthians inaugurou o Busto do ex-jogador Basílio no Parque São Jorge. Autor do gol do título  que tirou o clube de uma fila de quase 23 anos sem levantar um troféu, o que lhe valeu o apelido de "Pé-de-Anjo".

quarta-feira, 7 de julho de 2010

GRANDES ÍDOLOS - VAGUINHO

Mineiro de Belo Horizonte, Wagno de Freitas, ou simplesmente Vaguinho, começou no Democrata de Sete Lagoas aos 13 anos, sua trajetória no futebol. Aos 16 anos já despontava no quadro principal da equipe. Ponta-direita habilidoso e extremamente veloz logo despertou a atenção dos clubes grandes de seu estado, sendo então contratado pelo Atlético Mineiro em 1967.
No Atlético chegou para ocupar a posição do jogador Buião que estava de partida para o Corinthians.
Em 1970 conquista o Campeonato Mineiro. Em 1971, aos 20 anos de idade é vendido ao Corinthians.
Sua chegada ao Timão coincidiu novamente com a partida de Buião, que dessa vez estava transferindo-se para o Flamengo (RJ).


Vaguinho estreou com a camisa alvinegra em 4 de agosto de 1971 em um amistoso contra seu ex-clube, o Atlético Mineiro. Derrota por 1 x 4.
Nesse mesmo ano, mais exatamente em outubro, durante uma partida contra o São Paulo, em jogo válido pelo Paulistão de 1971, Vaguinho sofre uma lesão (fratura) ao dividir uma bola com o meio-campista tricolor Gérson, afastando-o por 4 meses dos gramados.
Em 1972 já estava de volta, e rapidamente recuperou a condição de titular da  equipe.
Em 1974 estava em campo quando o Timão teve a chance de encerrar o jejum de títulos contra o Palmeiras, mas infelizmente não conseguiu.
Em 1977, após ficar ausente da 1ª partida da Final contra a Ponte Preta (Tinha recebido o 3º cartão amarelo), Vaguinho ficou sabendo que não iria começar a segunda partida como titular, perdendo a posição para o atacante Basílio. Inconformado com a situação, foi conversar com o Técnico Brandão na tentativa de persuadi-lo da ideia, mas não obteve exito.
Revoltado, ameaçou abandonar a delegação que estava concentrada em um hotel da capital paulistana. Após conversar com sua mulher, e o preparador físico da equipe, José Teixeira, resolveu ficar.
O resumo da ópera, é que Vaguinho acabou entrando na partida após o atacante Palhinha sair contundido no final do 1º tempo, e marcou o gol solitário da derrota por 1 x 2, resultou que obrigou a ter uma terceira partida para definir o campeão daquele ano, que como todos nós já sabemos, ficou com o Timão.
Em 1979 conquista seu segundo Campeonato Paulista, e novamente contra a Ponte Preta de Campinas.
Em 1981, após 10 anos de clube,548 jogos e 108 gols,Vaguinho se despede da equipe e retorna para o Atlético Mineiro.
Em 1982 defende as cores do Santo André (SP) onde ao final da temporada encerra sua carreira.





.

sábado, 26 de junho de 2010

GRANDES ÍDOLOS - PAULO BORGES

Paulo Luis Borges, o "Gazela" devido suas pernas compridas e sua velocidade, ou "Risadinha" pelo hábito de estar sempre sorrindo, chegou ao Timão em 1968 contratado a peso de ouro junto ao Bangu do Rio de janeiro onde havia sido artilheiro e Campeão Carioca em 1966, pelo então Presidente Wadi Helou.
Começou com o pé direito no Timão, ao marcar um dos gols (2 x 0) que quebraram o tabu de 11 anos sem vitória sobre o Santos em Campeonatos Paulistas.
Foram 233 partidas com a camisa corinthiana entre 1968 e 1974. Marcou 61 gols.
Faleceu em São Paulo, dia 15 de julho de 2011 aos 66 anos de idade vítima de um câncer de pulmão.




(Time que quebrou o Tabu de 11 anos na noite de 6/3/1968. Osvaldo Cunha, Édson Cegonha, Luis Carlos Galter, Diogo, Ditão e Maciel. Agachados: Buião, Paulo Borges, Flávio Minuano, Rivelino e Eduardo.)


(Sendo homenageado ao lado de Flávio Minuano, deixando seus pés na calçada da fama do Memorial do Parque São Jorge em março de 2010.)

GRANDES ÍDOLOS - FREDDY RINCÓN

 Astro da seleção Colombiana que disputou as Copas do Mundo de 90 e 94, Rincón chegou ao Corinthians em setembro de 1997. Sua estreia foi no...