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sexta-feira, 27 de abril de 2012

CALÇADA DA FAMA - GILMAR E CABEÇÃO

Os dois goleiros que defenderam a meta corinthiana nos anos 50  são mais dois ídolos corinthianos a serem imortalizados na Calçada da Fama do Clube.  Devido a idade e problemas de saúde que impossibilitou a ida de ambos ao local, equipes responsáveis pela coleta da impressão se deslocaram à casa dos dois ex-goleiros para que suas mãos ficassem marcadas na peça de concreto.
Gilmar defendeu o Timão em 398 oportunidades, e Cabeção em outras 330 vezes.
Ambos trazem no currículo 3 títulos de Campeonato Paulista e 2 Torneios Rio-São Paulo.

(Gilmar)

(Cabeção e Gilmar anos 50)

sábado, 26 de junho de 2010

GRANDES ÍDOLOS - LUIZ MORAIS "CABEÇÃO"


Luiz Morais, ou simplesmente Cabeção, começou no clube em 1938, ainda no infantil. Juntamente com Idário, Roberto e Luizinho, subiu dos aspirantes para o profissional em 1949. Foi Campeão Paulista de 1951 como titular absoluto, e em 1954 atuou em alguns jogos. No Bicampeonato de 1952 não participou de nenhuma partida da conquista, pois era reserva do titular Gylmar. Conquistou ainda o Título do Torneio Rio-São Paulo de 1953.



Dizia a lenda, que Cabeção não apresentava uma boa desenvoltura nos jogos noturnos, mas isso não o impediu de conquistar títuolos. Participou da Copa de 1954 como reserva de Castilho. No Período de 1949 a 1966, entre idas e vindas (Jogou  por empréstimo na Portuguesa, Bangu e Comercial de Ribeirão Preto) Cabeção disputou 330 jogos com a camisa do Corinthians. Com a chegada dos goleiros Heitor e Marcial, Cabeção acabou perdendo espaço no Time, e em 1967 transferiu-se para o Juventus da Moóca. Jogou ainda no Bragantino em 1968, e encerrou sua carreira na Portuguesa Santista perto de completar 40 anos.



Cabeção foi por 18 anos treinador das categorias de base do Timão, onde revelou dentre tantos, os jogadores:  Goleiro - Rafael, Solito e  Ronaldo. Zagueiros - Zé eduardo, Marcelo e Wladimir. Atacantes - Casagrande, Paulo Sergio, etc.
No time principal do Corinthians, dirigiu por uma vez no ano de 1976 contra o São Paulo, vencendo a partida por 1 x 0, gol de Ivan.
Foi o primeiro goleiro do Brasil que introduziu as luvas em 1957.
Em entrevista a Maurício Sabará Markiewicz  publicada no blog Futebol de Todos os Tempos, Cabeção relatou o fato: 
"A Seleção Brasileira estava na Tchecoslováquia, estava caindo neve e fomos treinar. Estava doendo as mãos e falei para o Gilmar pra comprarmos uma luva, já que aqui eles usam. Trouxe uma da Tchecoslováquia e outra da Inglaterra. Aqui no Brasil pus em um jogo à noite, sendo que o Mário Morais da Tupi me criticou. Depois não usei mais. Havia uma fábrica conhecida como Estádio, o dono dela (Sr. Agostinho) me pediu a luva emprestada e eles começaram a fazer, mas com uma costura muito grossa, sendo que as mãos não fechavam. Depois a Adidas entrou com as luvas que conhecemos."

Uma de suas maiores tristezas, aconteceu em 1990 com o assassinato de seu filho no Bairro do Tatuapé em São Paulo




(Campeão Paulista de 1951 - Idário, Touguinha, Lorena, Cabeção, Julião, Murilo e o Técnico Rato. Agachados: Claudio, Luizinho, Baltazar, Jackson e Carbone)

(1960- Oreco, Ari Clemente, Olavo, Egídio, Cabeção e Roberto Belangero. Agachados: Bataglia, Luizinho, Almir, Rafael e Guimarães.)


(Aqui Cabeção aparece defendendo a Portuguesa em uma de suas saídas por empréstino nos anos 50)

GRANDES ÍDOLOS - FREDDY RINCÓN

 Astro da seleção Colombiana que disputou as Copas do Mundo de 90 e 94, Rincón chegou ao Corinthians em setembro de 1997. Sua estreia foi no...