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"LOCOSPIROSE" UMA EPIDEMIA CORINTHIANA

A Epidemia



A locospirose é uma doença infecto-contagiosa  causada pelo vírus Locus Bandus, que se instala no sistema nervoso central e provoca euforia, rouquidão, vermelhidão, taquicardia, espasmos musculares, deficiência cardiorrespiratória e, em casos extremos, demência. Pode atingir crianças, adultos e idosos de todas as classes sociais, desde que tenham contato visual ou físico com o vírus.
O primeiro relato de um caso ocorrido no Brasil ocorreu em 1910 quando um grupo de operários do bairro Bom Retiro, da capital paulista, foi supostamente contaminado  após  breve contato visual com o time de futebol inglês, o Corinthian Team  que excursionava por São Paulo. Desde então, a locospirose nunca mais foi contida, alastrando-se gradativamente por todo o país.
Entre 1951 e 1960 o vírus atinge seu ápice. Prolifera-se de uma maneira nunca vista na história. Indícios de pessoas infectadas fora das fronteiras nacionais começam a se revelar. Mas, de alguma maneira não identificada, o vírus estabiliza-se durante os 14 anos seguintes, mantendo-se estável. Um ponto de esperança para a comunidade médica.
Mas, em meados de 1977, uma mutação deixa o vírus ainda mais resistente. E de lá para cá perde-se completamente o controle. O país entra em estado de alerta.
De acordo com um recente estudo epidemiológico, o número de infectados já ultrapassa a marca de 30 milhões de pessoas. O foco principal da doença ainda é a região sudeste (São Paulo), embora  esteja se disseminando por todo Brasil. Há indícios de que a epidemia esteja cruzando as fronteiras europeia e asiática, podendo virar em breve uma pandemia global.
As três principais vias de transmissão da locospirose são: contato visual, exposição a fluidos ou tecidos corporais infectados e da mãe para o feto ou a criança durante o período perinatal. É possível encontrar o vírus na saliva, lágrimas e suor dos indivíduos infectados.
A transmissão do vírus ocorre com maior frequência por meio de sangue e contato visual.
Pega-se locospirose convivendo socialmente com um locopositivo. Apertar a mão, abraçar ou compartilhar o uso de utensílios domésticos traz grande risco de contágio.
Os casos de transferência da doença da mãe para o bebê é de 99,9%. Isso, devido à grande influência paterna (biológico ou não) na formação física e psicológica do bebê, antes, durante e após o parto.
Não existe atualmente nenhuma vacina disponível para a locospirose ou cura para o vírus Locus.



Locospirose no Japão

(Japoneses tentando se proteger)

A  imprensa local divulgou notas dizendo que após a passagem avassaladora da Fiel torcida corinthiana pela terra do sol nascente, milhares de nipônicos começaram a desenvolver sintomas da doença, fazendo com que as autoridades japonesas decretassem o uso obrigatório de máscaras em recintos fechados ou de uso coletivo.

(Japoneses infectados)

Apesar dos esforços, ficou notório que a prevenção não foi eficaz, já que o grande número "Loucos" com olhos puxados vestindo o manto alvinegro após a conquista do Mundial praticamente triplicou.

(O volante Ralf, e o Goleiro Cássio infectados)

(Paolo Guerrero infectado)

No Brasil, o Ministério da Saúde adverte que fazer parte do "Bando de Loucos" não é prejudicial à saúde.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) já foi avisada que se trata de uma doença benigna, e promete relaxar a vigilância nas próximas invasões que porventura virão.
O jovem atacante Alexandre Pato, recém contratado pelo Timão junto ao Milan da Itália, já demonstra sinais de contaminação mesmo antes de estrear com a camisa alvinegra.


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