segunda-feira, 13 de setembro de 2010

GRANDES ÍDOLOS - CARLITOS TEVEZ

Carlos Alberto Tevez nasceu em Ciudadela, província de Buenos Aires, Argentina em 1984. De origem humilde foi criado num dos bairros mais violentos e pobre da periferia de Buenos Aires, o Forte Apache onde permaneceu até os 16 anos. Criado pelos tios, Carlitos que era fã declarado de Ronaldo Fenômeno desde criança, começou sua trajetória futebolística ainda bem jovem no time do  All boys, clube da  divisão B argentina.
Em 1997 vai para o Boca Juniors onde destaca-se como goleador das divisões de base, sendo inclusive convocado para a Seleção Argentina sub-15.
Em 2001 estréia no time principal do Boca Juniors. Em 2002 com a saída do astro Riquelme, Tevez assume de vez a posição de líder da equipe.
Em 2003 conquista com o Boca Juniors a Taça Libertadores das Américas em cima do Santos de Robinho e Diego.
Nas Olimpíadas de 2004 conquista o ouro com a Seleção Argentina de Futebol.
Em dezembro de 2004, a parceira MSI o anincia como o mais novo reforço corinthiano.
Sua estréia foi no Paulistão de 2005 contra o América de Rio Preto. Seu primeiro gol foi marcado na semana seguinte contra a Internacional de Limeira na vitória alvinegra por 2 x 0.
Seu estilo de jogo logo caiu no gosto da Fiel torcida, que via no jogador argentino um bravo que nunca desistia de uma jogada.
Outra característica sua que ficou marcado para sempre na memória da torcida foi o modo como comemorava seus gols. Tevez fazia uma coreografia de dança perto da bandeira de escanteio, dança essa de nome Cumbia, que apesar de esquisita, logo começou a ser imitada pelos fiéis torcedores.
Jogando ao lado dos "Galácticos"  Mascherano, Nilmar, Carlos Alberto, Roger e Gustavo Nery, conquista o Brasileirão de 2005.
Em 2006 veio a eliminação na Libertadores das Américas para o River Plate da Argentina nas oitavas-de-final. No Brasileirão após a saída do Técnico Daniel Passarela, e a chegada de Émerson Leão, que bateu de frente com o jogador argentino, inclusive tirando-lhe a faixa de capitão sob a alegação de que era impossível entender o que ele falava, a permanência do "Pibe da Fiel" no Corinthians começou a ficar complicada.
Em julho, durante a partida contra o Fortaleza válida pelo Brasileirão de 2006, veio a gota dágua. Após marcar um gol, mandou a torcida se calar gesticulando com o dedo na boca. A atitude revoltou a torcida, que na saída do estádio, após o final da partida, começou a chutar o seu carro, além de ameaça-lo com xingamentos. Assustado, e com medo de novas  represálias, pede para ser negociado.
No mesmo ano já está no West Ham United, time inexpressivo do futebol inglês.
Em 2007 transfere-se para o Manchester United, onde  conquista o bicampeonato inglês, a Liga dos Campeões da UEFA além do Mundial Interclubes FIFA de 2008.
Em 2009, por 100 mil libras semanais e um contrato de 5 anos, vai jogar no Manchester City.
Em 2010 participa de sua segunda Copa do Mundo com a Seleção Argentina.
Em 2011 uma desavença com o Técnico Roberto Mancini fez com que o jogador ficasse afastado dos gramados por 5 meses, só retornando a jogar pelos Citzens recentemente em 25 de fevereiro de 2012.






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